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Archive for maio \13\UTC 2011

Correr Riscos – Sêneca

Rir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Estender a mão é correr o risco de envolver-se.

Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.

Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.

Viver é correr o risco de morrer.

Confiar é correr o risco de decepcionar-se.

Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é nada arriscar.

Há pessoas que não correm riscos, nada fazem, nada têm e nada são.

Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas nada conseguem, nada sentem, nada mudam e não crescem, não amam, não vivem.

Acorrentadas por suas atitudes, viram escravas e se privam da liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!

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Dia das mães…

Hoje, dia das mães, gostaria de falar sobre a minha mãe.

Eu a vejo como uma Penélope, que sustenta uma casa, um país, enquanto seus guerreiros saem para as conquistas. Ela não vai à batalha, conquistar povos, mas fica com seus bordados em casa, tecendo pontos incríveis, criando mundos de beleza e harmonia, como um contraponto do mundo de caos que reina por aí. Não, não é alienada. Não mesmo. Apenas tem um jeito particular de olhar o mundo, de sempre acreditar nas pessoas, de esperar de todos nós o nosso melhor, de crer que no fundo, mas no fundo mesmo, as pessoas são boas, só estão um pouco confusas.

Vejo-a também como a pedra de esquina de uma catedral, aquela particularmente escolhida pelo Supremo Construtor, que vai suportar os graciosos arcos e as sólidas paredes. Firme, segura, dando todo o suporte para que nossa família se sustente. O porto seguro pra onde voltamos, e que sempre desejamos proteger das tempestades, para que sempre tenhamos para onde voltar.

Não sei como minhas filhas, um dia, vão me ver. Uma mãe não nasce pronta. Vai se construindo ao longo de muitos anos, são temperadas pelo destino, são forjadas como o ferro na bigorna, e um dia seus filhos olham e vêem o resultado: ah! Minha mãe é uma guerreira!!! Ah! Minha mãe é sábia!!! Ah! Minha mãe é …. enfim, depois cada um tem sua percepção.

Eu hoje vejo minha mãe como a rocha perfeitamente escolhida para ser o ângulo da catedral de nossas vidas.

Lithinha, hoje o dia é todo seu!!!

Te amo!!!

Selma

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